quinta-feira, 29 de novembro de 2007
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
terça-feira, 27 de novembro de 2007
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Campanha Orgulho Hetero da Tagus já chegou ao ICAP
"A última campanha da cerveja Tagus, que apresenta o Orgulho Hetero como conceito de comunicação para formar uma comunidade online, originou uma queixa no ICAP (Instituto Civil da Autodisciplina da Publicidade), além de uma contra-campanha da associação Panteras Rosa (imagem de destaque) e de críticas de um dirigente do Bloco de Esquerda.
Segundo explicou ao M&P Sara Martinho, autora da queixa junto do ICAP, o objectivo da campanha da Tagus, "explicitamente manifestado no site da Tagus, é promover o convívio entre jovens de sexo oposto. Contudo, a forma como a Tagus decidiu conduzir a campanha pareceu-me intencionalmente jocosa e provocatória pela negativa". A militante dos direitos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais), que aguarda agora por uma decisão do organismo auto-regulador, acredita que esta acção "brinca com uma realidade demasiado séria e referindo-se a uma característica, a heterossexualidade, que sendo dominante e aceite por todos à partida, não discriminada, não precisa de causa ou manifesto". Sara Martinho sublinha que "Falar de Orgulho Gay e Orgulho Hetero é, como, por exemplo, falar de Orgulho Branco e Orgulho Negro sendo o primeiro associado à opressão e discriminação que lhe é, a meu ver, correctamente imputada, e o segundo, visto como a luta por liberdades e igualdades plenas na sociedade". Daí que a marca nunca lançasse, refere, "algo semelhante intitulado Orgulho Branco, por exemplo. A Tagus seria a primeira a considerar a campanha como politicamente incorrecta". Contactados pelo M&P, os responsáveis da cerveja Tagus preferiram não comentar esta iniciativa junto do ICAP.
A campanha criada pela Lowe & Partners, que arrancou em mupis, pretende divulgar uma comunidade online que, e de acordo com o comunicado de imprensa distribuído à data, "vai ser a porta de entrada no mundo hetero". João Nuno Pinto, director de marketing de cervejas, águas e sumos não carbonatados do grupo Sumol, explicava no mesmo comunicado que, "de uma forma disruptiva, vamos baralhar alguns dos clichés existentes na sociedade e criar uma comunidade que se orgulha de ser heterossexual estabelecendo relações no site www.orgulhohetero.com".
Mais críticas
A associação Panteras Rosas criou entretanto uma campanha online que pretende ridicularizar com o conceito desenvolvido pela Tagus. Segundo explicou ao M&P Sérgio Vitorino, dirigente desta associação de defesa dos direitos LGBT, a Panteras Rosa decidiu avançar com a iniciativa depois de receber várias mensagens "de pessoas que se sentiram agredidas nas ruas com esta campanha". "Temos de nos perguntar porque é que a Tagus decidiu pegar num tema como o Orgulho Hetero e não no Orgulho Branco ou no Orgulho Macho". Para Sérgio Vitorino, "decidiram fazer uma brincadeira, mas não há equivalência entre orgulho gay e orgulho hetero. O orgulho hetero não tem de ser afirmado", já que "além de ser hegemónico", faz parte da "linguagem de um partido de extrema-direita". Sérgio Vitorino sublinha ainda que "o orgulho hetero no extremo significa a violência sobre os homossexuais". "O lucro e a publicidade não justificam estas coisas", refere.
Outra voz contra a campanha da Tagus veio de João Teixeira Lopes, dirigente do Bloco de Esquerda. "O incitamento ao orgulho hetero caminha lado a lado com a linguagem do ódio e esconde o que, desde há milénios, significa a opressão ou a pura eliminação de todos os que ousaram tornar públicas as suas opções sexuais", considera o ex-deputado num artigo publicado ontem no site Esquerda.net, que remata, afirmando que "a cerveja Tagus tornou-se um signo do poder homofóbico. Quem a beber é cúmplice".
Segundo explicou ao M&P Sara Martinho, autora da queixa junto do ICAP, o objectivo da campanha da Tagus, "explicitamente manifestado no site da Tagus, é promover o convívio entre jovens de sexo oposto. Contudo, a forma como a Tagus decidiu conduzir a campanha pareceu-me intencionalmente jocosa e provocatória pela negativa". A militante dos direitos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais), que aguarda agora por uma decisão do organismo auto-regulador, acredita que esta acção "brinca com uma realidade demasiado séria e referindo-se a uma característica, a heterossexualidade, que sendo dominante e aceite por todos à partida, não discriminada, não precisa de causa ou manifesto". Sara Martinho sublinha que "Falar de Orgulho Gay e Orgulho Hetero é, como, por exemplo, falar de Orgulho Branco e Orgulho Negro sendo o primeiro associado à opressão e discriminação que lhe é, a meu ver, correctamente imputada, e o segundo, visto como a luta por liberdades e igualdades plenas na sociedade". Daí que a marca nunca lançasse, refere, "algo semelhante intitulado Orgulho Branco, por exemplo. A Tagus seria a primeira a considerar a campanha como politicamente incorrecta". Contactados pelo M&P, os responsáveis da cerveja Tagus preferiram não comentar esta iniciativa junto do ICAP.
A campanha criada pela Lowe & Partners, que arrancou em mupis, pretende divulgar uma comunidade online que, e de acordo com o comunicado de imprensa distribuído à data, "vai ser a porta de entrada no mundo hetero". João Nuno Pinto, director de marketing de cervejas, águas e sumos não carbonatados do grupo Sumol, explicava no mesmo comunicado que, "de uma forma disruptiva, vamos baralhar alguns dos clichés existentes na sociedade e criar uma comunidade que se orgulha de ser heterossexual estabelecendo relações no site www.orgulhohetero.com".
Mais críticas
A associação Panteras Rosas criou entretanto uma campanha online que pretende ridicularizar com o conceito desenvolvido pela Tagus. Segundo explicou ao M&P Sérgio Vitorino, dirigente desta associação de defesa dos direitos LGBT, a Panteras Rosa decidiu avançar com a iniciativa depois de receber várias mensagens "de pessoas que se sentiram agredidas nas ruas com esta campanha". "Temos de nos perguntar porque é que a Tagus decidiu pegar num tema como o Orgulho Hetero e não no Orgulho Branco ou no Orgulho Macho". Para Sérgio Vitorino, "decidiram fazer uma brincadeira, mas não há equivalência entre orgulho gay e orgulho hetero. O orgulho hetero não tem de ser afirmado", já que "além de ser hegemónico", faz parte da "linguagem de um partido de extrema-direita". Sérgio Vitorino sublinha ainda que "o orgulho hetero no extremo significa a violência sobre os homossexuais". "O lucro e a publicidade não justificam estas coisas", refere.
Outra voz contra a campanha da Tagus veio de João Teixeira Lopes, dirigente do Bloco de Esquerda. "O incitamento ao orgulho hetero caminha lado a lado com a linguagem do ódio e esconde o que, desde há milénios, significa a opressão ou a pura eliminação de todos os que ousaram tornar públicas as suas opções sexuais", considera o ex-deputado num artigo publicado ontem no site Esquerda.net, que remata, afirmando que "a cerveja Tagus tornou-se um signo do poder homofóbico. Quem a beber é cúmplice".
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
terça-feira, 20 de novembro de 2007
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Espanha cria código de conduta comercial
"Em Espanha, anunciantes, agências de marketing, agências de meios e de publicidade deram a conhecer uma iniciativa pioneira no panorama europeu, o primeiro Código de Conduta Comercial, relatou a imprensa internacional.
O documento, redigido pela divisão espanhola da International Advertising Association (IAA), consiste de 16 artigos que se centram principalmente na transparência, estabelece em detalhe como se devem redigir contratos, compromissos de confidencialidade, os direitos, obrigações e responsabilidades envolvidos nestas relações, bem como uma cláusula que compromete todos os que o assinem a seguir rigorosamente este código.
Para garantir o cumprimento destas normas foi estabelecida uma Comissão de acompanhamento, gerida pelas associações que apoiam esta iniciativa, tais como a Associação Espanhola de Agências de Publicidade (AEAP), a Associação Espanhola de Anunciantes (AEA) e a Associação de Agências de Meios (AM), entre outras."
Fonte: Briefing
O documento, redigido pela divisão espanhola da International Advertising Association (IAA), consiste de 16 artigos que se centram principalmente na transparência, estabelece em detalhe como se devem redigir contratos, compromissos de confidencialidade, os direitos, obrigações e responsabilidades envolvidos nestas relações, bem como uma cláusula que compromete todos os que o assinem a seguir rigorosamente este código.
Para garantir o cumprimento destas normas foi estabelecida uma Comissão de acompanhamento, gerida pelas associações que apoiam esta iniciativa, tais como a Associação Espanhola de Agências de Publicidade (AEAP), a Associação Espanhola de Anunciantes (AEA) e a Associação de Agências de Meios (AM), entre outras."
Fonte: Briefing
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Novo da Guinness
O anúncio mais caro de sempre: 15 milhões de euros!
Já agora, outro da Guinness que gosto muito...
Já agora, outro da Guinness que gosto muito...
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Gunn Report 2007
Gunn Report é um estudo anual que vai na sua 9ª edição e que avalia a performance do mercado publicitário mundial, ao fazer rankings dos países, agências, anunciantes, produtoras, realizadores, networks e anúncios mais premiados do mundo. A avaliação resulta da combinação das listas de vencedores, dos principais festivais mundiais de publicidade.
Aqui vão alguns dos anúncios que mais gosto e que estão no top 10:
1ºLugar:
2ºLugar:
3º Lugar:
Outros:
Aqui vão alguns dos anúncios que mais gosto e que estão no top 10:
1ºLugar:
2ºLugar:
3º Lugar:
Outros:
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Media Smart ensina sobre publicidade nas escolas
Copy Paste de uma noticia do jornal Briefing:
"Desenvolver o sentido crítico das crianças em relação às mensagens publicitárias que todos os dias invadem o espaço infantil é o objectivo desta acção.
As crianças do 1º e 2º ciclos vão poder saber interpretar as mensagens publicitárias comerciais, caso os seus professores decidam aderir voluntariamente ao programa Media Smart, idealizado e disponibilizado pela Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN).
Trata-se de uma acção de sensibilização, que visa ajudar os mais novos a compreender as mensagens dos anúncios exibidos nos diferentes media. «O objectivo deste programa é desenvolver o espírito critico das crianças em relação às mensagens publicitárias, reforçando a sua capacidade de análise e desconstrução das mesmas», dizem os mentores da iniciativa, na apresentação feita à comunicação social, no dia 31 de Outubro.
Sob o lema «para um público esperto, um olhar mais esperto» o programa Media Smart é constituído por três módulos: introdução à publicidade, publicidade dirigida e crianças e publicidade não comercial. Os materiais utilizados e necessários a este projecto serão disponibilizados de forma gratuita aos professores.
Entidades como a Direcção Geral de Saúde, Associação de Pais, entre muitas outras, deram parecer positivo à iniciativa já desenvolvida em diversos países, num total de 70 mil escolas aderentes a esta ferramenta de ensino. «O programa Media Smart está ao nível do melhor e mais avançado que se faz no programa internacional no sentido de uma educação para a publicidade. Portugal ao aderir ao programa adere a essa vanguarda de países que inova nas formas de cultivar uma aprendizagem experiencial», referiu Roberto Carneiro, coordenador do grupo de peritos do programa Media Smart."
"Desenvolver o sentido crítico das crianças em relação às mensagens publicitárias que todos os dias invadem o espaço infantil é o objectivo desta acção.
As crianças do 1º e 2º ciclos vão poder saber interpretar as mensagens publicitárias comerciais, caso os seus professores decidam aderir voluntariamente ao programa Media Smart, idealizado e disponibilizado pela Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN).
Trata-se de uma acção de sensibilização, que visa ajudar os mais novos a compreender as mensagens dos anúncios exibidos nos diferentes media. «O objectivo deste programa é desenvolver o espírito critico das crianças em relação às mensagens publicitárias, reforçando a sua capacidade de análise e desconstrução das mesmas», dizem os mentores da iniciativa, na apresentação feita à comunicação social, no dia 31 de Outubro.
Sob o lema «para um público esperto, um olhar mais esperto» o programa Media Smart é constituído por três módulos: introdução à publicidade, publicidade dirigida e crianças e publicidade não comercial. Os materiais utilizados e necessários a este projecto serão disponibilizados de forma gratuita aos professores.
Entidades como a Direcção Geral de Saúde, Associação de Pais, entre muitas outras, deram parecer positivo à iniciativa já desenvolvida em diversos países, num total de 70 mil escolas aderentes a esta ferramenta de ensino. «O programa Media Smart está ao nível do melhor e mais avançado que se faz no programa internacional no sentido de uma educação para a publicidade. Portugal ao aderir ao programa adere a essa vanguarda de países que inova nas formas de cultivar uma aprendizagem experiencial», referiu Roberto Carneiro, coordenador do grupo de peritos do programa Media Smart."
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